Enciclopédia da Conscienciologia

Texto do Verbete :


MUDANÇA DE HÁBITOS

(RECINOLOGIA)


I. Conformática

Definologia.
A mudança de hábitos é a alteração da maneira usual de a consciência, in-
tra ou extrafísica ser, fazer e / ou sentir, individual ou coletivamente, buscando a adequação dos
autocomportamentos às manifestações cotidianas, no intuito de objetivar a evolução consciencial
cosmoética, prioritária, fruto das reciclagens intraconscienciais e da teática interassistencial.
Tematologia.
Tema central homeostático.
Etimologia.
O vocábulo mudança vem do idioma Latim, mutare, “mudar; alterar; trans-
formar; divergir; desfigurar; permutar; deslocar”. Surgiu no Século XIV. O termo hábito deriva
também do idioma Latim, habitus, “estado (do corpo); compleição; modo de ser; estado; nature-
za; postura; exterior; aspecto; modo de vestir; traje; disposição (dos ânimos)”. Apareceu no Sécu-
lo XIII.
Sinonimologia:
1. Mudança de costumes. 2. Mudança de conduta usual. 3. Reciclagem
da rotina útil. 4. Reciclagem de hábitos.
Antonimologia:
1. Estagnação dos hábitos. 2. Rigidez quanto aos hábitos. 3. Condi-
cionamentos ultrapassados.
Atributologia:
predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à holomaturidade da autodeterminação consciencial.
Citaciologia:
- O hábito é vencido pelo hábito (Thomas A. Kempis, 1380-1471). Não
há nada de tão absurdo que o hábito não torne aceitável
(Erasmo de Rotterdam, 1466-1536).
Nós devemos ser a mudança que queremos ver no mundo
(Mahatma Gandhi, 1869-1948).
Proverbiologia.
Eis 4 provérbios populares capazes de explicitar o tema: - Não há pior
cego do que aquele que não quer ver. A rir se corrigem os costumes. Cada um sabe as linhas com
que se cose. Cada cabeça, sua sentença.


II. Fatuística

Pensenologia:
o holopensene pessoal da reciclagem intraconsciencial; o holopensene do
autodiscernimento quanto às realidades e pararrealidades; o holopensene das autorrenovações;
a higienização pensênica; os neopensenes; a neopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade;
os lucidopensenes; a lucidopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os prioro-
pensenes; a prioropensenidade; os autocriticopensenes; a autocriticopensenidade; o abertismo au-
topensênico.

Fatologia:
a mudança de hábitos; a priorização do necessário antes do desejado; a priori-
zação por manter hábitos saudáveis na rotina útil; a superação dos gargalos na fase inicial da mu-
dança de hábitos; a autodisciplina; a autoconfiança; o autodesassédio; as responsabilidades no
processo evolutivo; a racionalidade sobrepondo os emocionalismos; a alegria íntima ao se ver su-
perando travões; o aprender constante sem autoconcessões; a necessidade de sair da zona de con-
forto patológica; o investimento nas recins e recéxis imprescindíveis; as neoatitudes condizentes
com as mudanças; o mapeamento das prioridades conscienciais (objetivos); a decisão íntima de
ressignificação dos valores pessoais; a libertação consciencial; o autexemplarismo cosmoético;
a neopostura de autoliderança; a autovalorização dos trafores; o hábito de informar-se sobre as re-
ais necessidades; a vontade inquebrantável na mudança paulatina e contínua; o fato de nada per-
manecer estático; a autopesquisa e o autodiagnóstico permanentes priorizando a cientificidade;
a necessidade de estar bem para poder assistir a outrem; o autorrespeito; a meta da desperticidade.

Parafatologia:
o estado vibracional (EV) profilático; o autodomínio energético; a sinalé-
tica energética e parapsíquica pessoal; a necessidade de conhecer as influências energéticas; a pa-

racaptação de neoideias; o autexemplarismo multidimensional cosmoético; o desassédio mental-
somático constante; o auto e heterodesassédio intra e extrafísico; a mudança de padrão energético;
o apoio incondicional dos amparadores extrafísicos nas recins cosmoéticas; as vivências extrafísi-
cas impondo autoquestionamentos e reflexões; a qualificação das energias conscienciais (ECs)
a partir da adoção de rotinas sadias.

III. Detalhismo

Sinergismologia:
o sinergismo propósito cosmoético de mudança de hábitos-autentici-
dade consciencial;
o sinergismo valores conscienciais-metas evolutivas; o sinergismo metas
proexológicas
-oportunidades evolutivas; o sinergismo megatrafor-autoproéxis.
Principiologia:
o princípio da autenticidade consciencial; o princípio do posicionamen-
to pessoal
(PPP); o princípio dos fatos guiando as autorreflexões sobre a mudança; o princípio
de ninguém mudar ninguém;
o princípio de ninguém evoluir sozinho.
Codigologia:
o código de valores pessoais; o código pessoal de Cosmoética (CPC)
qualificando as mudanças de hábitos; o código pessoal de priorização evolutiva.
Teoriologia:
a teoria da proéxis; a teoria da conta corrente holocármica; a teoria da re-
urbex
.
Tecnologia:
a técnica de viver evolutivamente; a técnica da autorreflexão de 5 horas
nos momentos adequados; a técnica do EV; a técnica da Higiene Consciencial; a técnica da invé-
xis;
a técnica da recéxis; a técnica do planejamento estratégico evolutivo da vida; a técnica do
registro dos prós e contras;
a técnica de levar tudo de eito; a técnica do atacadismo consciencial.
Voluntariologia:
as recins e as recéxis propiciadas pelo voluntariado conscienciológico;
o voluntariado enquanto transgressão mudancista aos princípios do Capitalismo selvagem.
Laboratoriologia:
o laboratório conscienciológico da Autorganizaciologia; o laborató-
rio conscienciológico da Autoproexologia;
o laboratório conscienciológico da Autocosmoetico-
logia
.
Colegiologia:
o Colégio Invisível da Grupocarmologia; o Colégio Invisível dos Evoluci-
ólogos
.
Efeitologia:
os efeitos evolutivos da mudança de hábitos; o efeito da autopesquisa cons-
cienciológica nas reciclagens de hábitos pessoais
.
Neossinapsologia:
as mudanças de hábitos gerando neossinapses e as neossinapses ge-
rando mudanças de hábitos; as sinapses atuais oferecendo resistência à criação de neossinapses
nas mudanças de hábitos; a reciclagem das retrossinapses abrindo espaço para as neossinapses.
Ciclologia:
o ciclo contínuo mudança de hábitos-efetivação dos novos hábitos; os ciclos
de realização da autoproéxis;
o neociclo autevolutivo.
Enumerologia:
o ideal de mudança de hábitos; a reflexão sobre a mudança de hábitos;
o projeto de mudança de hábitos; a decisão de mudança de hábitos; o plano de mudança de hábi-
tos;
a ação da mudança de hábitos; a avaliação da mudança de hábitos.
Binomiologia:
a manutenção do binômio hábitos saudáveis-neorrotinas úteis; o binô-
mio autodesafio-talento evolutivo;
o binômio recin-recéxis; o binômio Planeta Hospital-Planeta
Escola
.
Interaciologia:
a interação ausculta consciencial-atenção aos fatos; a interação auto-
motivação-indícios de autoproéxis;
a interação hora-local da autorreflexão sobre as mudanças
prioritárias.
Crescendologia:
o crescendo não saber-duvidar-ter certeza relativa; o crescendo vare-
jismo consciencial-atacadismo consciencial;
o crescendo proexológico egocarma-grupocarma-
-policarma
.
Trinomiologia:
o trinômio decisão-posicionamento-mudança de hábitos; o trinômio re-
cebimento-retribuição-contribuição
.
Polinomiologia:
o polinômio mudança de hábitos-renovação-aprendizagens-evolução;
o polinômio propósito de mudança de hábitos-engajamento-intercooperação-melhoria.

Antagonismologia:
o antagonismo autoposicionamento / autocorrupção; o antagonis-
mo dúvida / certeza;
o antagonismo autassédio / autodesassédio; o antagonismo autenfrentamen-
to / pusilanimidade;
o antagonismo meta autevolutiva / ausência de meta; o antagonismo espec-
tador da vida / protagonista da autevolução;
o antagonismo autodiscernimento evolutivo / alie-
nação consciencial
.
Paradoxologia:
o paradoxo de a mudança ser constante na vida, o tempo todo e, ainda
assim, haver tantas consciências resistentes à mudança;
o paradoxo de o propósito de mudança
exigir, ao mesmo tempo, saber agir e saber esperar
.
Politicologia:
a voliciocracia; a educaciocracia; a sociocracia; a tecnocracia; a evolu-
ciocracia; a proexocracia; a cosmoeticocracia; a democracia pura.
Legislogia:
os resultados da lei do maior esforço evolutivo aplicada ao propósito de mu-
dança de hábitos; a lei de ação e reação; a lei da interdependência consciencial; a lei de causa
e efeito;
as leis da sincronicidade.
Filiologia:
a neofilia; a decidofilia; a autorganizaciofilia; a autocogniciofilia; a evolucio-
filia
; a autorraciocinofilia; a interassistenciofilia; a proexofilia.
Fobiologia:
a fronemofobia; a cenotofobia; a cainofobia; a neofobia; a decidofobia;
a proexofobia; a fobia ao fracasso.
Sindromologia:
a síndrome da ribalta; a síndrome da dispersão consciencial; a supera-
ção da síndrome da mediocridade; a síndrome da interiorose; a síndrome da apriorismose; a sín-
drome do canguru
.
Maniologia:
o combate à monomania; o enfrentamento da megalomania.
Mitologia:
o mito de a mudança ser, sempre, positiva.
Holotecologia:
a experimentoteca; a reeducacioteca; a evolucioteca; a intrafisicoteca;
a proexoteca; a reurbanoteca; a cronoteca; a teaticoteca.
Interdisciplinologia:
a Recinologia; a Habitologia; a Mutaciologia; a Autoproexologia;
a Cosmoeticologia; a Reeducaciologia; a Interassistenciologia; a Grupocarmologia; a Coerencio-
logia; a Autodiscernimentologia; a Megatraforologia; a Evoluciologia.

IV. Perfilologia

Elencologia:
a consciência determinada; a consciência priorizadora; a consciência auto-
motivada; a consciência lúcida; o ser desperto; a consciência autassistencial; a consciência com-
prometida com a proéxis; a consciência cosmoética.

Masculinologia:
o autodecisor; o intermissivista; o aspirante a conscienciólogo; o cons-
cienciólogo; o amparador de função; o proexista; o proexólogo; o autorreeducador; o evoluciente;
o exemplarista; o intelectual; o reciclante existencial; o inversor existencial; o tenepessista; o pro-
jetor consciente; o voluntário; o teletertuliano; o tertuliano; o homem de atitude sã.

Femininologia:
a autodecisora; a intermissivista; a aspirante a consciencióloga; a cons-
ciencióloga; a amparadora de função; a proexista; a proexóloga; a autorreeducadora; a evolucien-
te; a exemplarista; a intelectual; a reciclante existencial; a inversora existencial; a tenepessista;
a projetora consciente; a voluntária; a teletertuliana; a tertuliana; a mulher de atitude sã.

Hominologia:
o Homo sapiens autodeterminatus; o Homo sapiens prioritarius; o Homo
sapiens proexologus;
o Homo sapiens autolucidus; o Homo sapiens despertus; o Homo sapiens
assistentialis;
o Homo sapiens recyclans; o Homo sapiens inversor; o Homo sapiens autocriticus;
o Homo sapiens activus; o Homo sapiens cosmoethicus.

V. Argumentologia

Exemplologia:
mudança de hábitos somáticos = a reeducação nutricional pessoal; mu-
dança de hábitos psicossomáticos = a superação das confrontações costumeiras ad hominem; mu-
dança de hábitos mentaissomáticos = a inclusão na rotina diária da escrita tarística.

Culturologia:
a cultura evolutiva.

VI. Acabativa

Remissiologia.
Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabé-
tica, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas cen-
trais, evidenciando relação estreita com a mudança de hábitos, indicados para a expansão das
abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
01. Antidispersividade cotidiana: Rotinologia; Neutro.
02. Autodesempenho proexológico: Proexologia; Homeostático.
03. Autopriorologia: Autodiscernimentologia; Neutro.
04. Autovivência das prioridades: Autopriorologia; Homeostático.
05. Devir: Evoluciologia; Neutro.
06. Interesse: Autodiscernimentologia; Neutro.
07. Inutilogia: Holomaturologia; Homeostático.
08. Manual Pessoal de Prioridades: Proexologia; Homeostático.
09. Megafoco permanente: Megafocologia; Neutro.
10. Microinteresse: Autopriorologia; Nosográfico.
11. Mudança de ego: Egocarmologia; Neutro.
12. Mudança holopensênica: Recexologia; Neutro.
13. Necessidade desnecessária: Antipriorologia; Nosográfico.
14. Objetivo pessoal: Autevoluciologia; Neutro.
15. Propósito de mudança: Autoproexologia; Neutro.

A
MUDANÇA DE HÁBITOS VEM DO EMPREGO DA VON-
TADE INQUEBRANTÁVEL DE OTIMIZAR ROTINAS ÚTEIS,
FIXADORAS DE CONDUTAS USUAIS HÍGIDAS E PASSÍ-
VEIS DE FACILITAR A
REALIZAÇÃO DA AUTOPROÉXIS.


Questionologia.
Você, leitor ou leitora, já sentiu dificuldades para realizar tarefas essen-
ciais? Percebe maus hábitos dificultando a evolução pessoal? Tem planos para melhorar a situa-
ção atual, rumo à autoproéxis?

Bibliografia Específica:


1. Vieira, Waldo; Homo sapiens reurbanisatus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 se-
ções; 479 caps.; 139 abrevs.; 12 E-mails; 597 enus.; 413 estrangeirismos; 1 foto; 40 ilus.; 1 microbiografia; 25 tabs.;
4 websites; glos. 241 termos; 3 infográficos; 102 filmes; 7.665 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21 x 7 cm; enc.; 3
a
Ed. Gratuita;
Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia
(CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004; páginas
592, 646, 751, 752, 812, 813, 831, 835 e 846.
2. Idem; Manual da Proéxis: Programação Existencial; revisores Alexander Steiner; Cristiane Ferraro;
& Kátia Arakaki; 174 p.; 40 caps.; 32 E-mails; 86 enus.; 1 foto; 1 microbiografia; 5 websites; 17 refs.; alf.; 21 x 14 cm;
br.; 3
a
Ed.; Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 2003; páginas 29 e 41.
3. Idem; Nossa Evolução; revisora Tatiana Lopes; 170 p.; 15 caps.; 149 abrevs.; 17 E-mails; 1 foto; 1 micro-
biografia; 162 perguntas; 162 respostas; 13 websites; glos. 282 termos; 6 refs.; alf.; 21 x 14 cm; br.; 3ª Ed.; Associação In-
ternacional Editares;
Foz do Iguaçu, PR; 2010; páginas 95, 99 e 102.

G. W.