Enciclopédia da Conscienciologia

Texto do Verbete :


ESCRAVAGISMO

(INTERPRISIOLOGIA)


I. Conformática

Definologia.
O escravagismo é o sistema social, político, econômico, cultural, funda-
mentado na prática do trabalho forçado, mantido pela sujeição, subjugação e dominação absoluta
de conscins, homens ou mulheres, visando poder econômico, sendo cenário existencial gerador de
interprisão grupocármica.
Tematologia.
Tema central nosográfico.
Etimologia.
O termo escravo deriva do idioma Latim Medieval, sclavus, e este do idio-
ma Grego, sklábos, “eslavo; escravo; cativo”. Surgiu no Século XV. O sufixo ismo procede do i-
dioma Grego, ismos, “doutrina, escola, teoria ou princípio artístico, filosófico, político ou reli-
gioso”.
Sinonimologia:
1. Escravismo. 2. Mercantilização de seres humanos. 3. Tráfico de es-
cravos. 4. Subjugação de seres humanos. 5. Escravismo.
Antonimologia:
1. Abolicionismo. 2. Descravização. 3. Carta de alforria. 4. Autono-
mia consciencial.
Estrangeirismologia:
a degradação da dignidade humana no business world escrava-
gista.
Atributologia:
predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à necessidade de recomposição grupocármica decorrente do desrespeito à liberdade alheia.
Megapensenologia.
Eis 2 megapensenes trivocabulares relativo ao tema: - Escravizar
é escravizar-se
. Escravidão: ato injustificável.
Citaciologia.
Eis citação pertinente ao tema: - Os comerciantes estão sequestrando
o nosso povo dia após dia - filhos deste país, filhos de nossos nobres e vassalos, mesmo as pesso-
as de nossa própria família...Essa corrupção e depravação estão tão generalizadas que a nossa
terra é inteiramente despovoada...É nosso desejo que este reino não seja um lugar para o comér-
cio ou transporte de escravos
. (Mvemba-a-Nzinga, 1456-1543).
Ortopensatologia.
Eis duas ortopensatas, citadas na ordem alfabética, pertinentes ao
tema:
1. “Escravatura. A maior escravatura ainda existente, neste Século XXI, é a escravatu-
ra do dogmatismo fanático-religioso.
2. “Escravo-mor. Quem escraviza é o escravo-mor, ou seja, a primeira conscin a ficar
escravizada, segundo os indescartáveis princípios da interprisão grupocármica.

II. Fatuística

Pensenologia:
o holopensene pessoal escravagista; o holopensene da desvalorização do
ser humano; o holopensene da dominação da vida alheia; o pensene opressor; o belicopensene es-
cravocrata; a belicopensenidade; o pensene assediador; o pensene subjugador; o holopensene au-
tescravizante; a autopensenidade imatura vitimizando a consciex; o pensene reurbanizador; o ho-
lopensene da reconciliação; os reciclopensenes; a reciclopensenidade; os nosopensenes; a noso-
pensenidade; os grupopensenes; a grupopensenidade; a autopensenidade evolutiva; o pensene
pessoal da autopesquisa; o holopensene antiescravizador.

Fatologia:
o escravagismo; o autescravagismo; o comércio de escravo; a captura de se-
res humanos; a sociedade escravista; o ato de vender a si próprio à escravidão; a legitimidade da
escravidão; a crueldade do sistema escravagista deixando nódoas na História da Humanidade; os
navios negreiros; a mão-de-obra escrava empregada na agricultura da cana-de-açúcar, cravo,
grãos, coco; a mão-de-obra escrava empregada nas minas de ouro; a mão-de-obra escrava empre-
gada no militarismo; o escravagismo no Novo Mundo; as rotas do tráfico de escravos; a rede de

comércio para fornecimento de escravos; o tratado de abastecimento regular de escravos; a con-
corrência comercial entre traficantes de escravos; o aumento da demanda por escravos incentivan-
do os comerciantes africanos a explorar novas rotas na África; as guerras para captura de escra-
vos; as incursões predadoras de escravos; as caravanas de escravizados; a desonra da escravidão
sob o alforriado; a condição de maleabilidade do escravo; os múltiplus cenários escravagistas;
o instrumento a serviço da desumanidade intrínseca do sistema escravista; as construções das
grandes pirâmides do Egito; as guerras entre civilizações gerando escravos; a escravidão sendo
constante na História da Humanidade; a bula papal autorizando a escravidão; a escravidão na An-
tiguidade justificando o trabalho escravo no período histórico moderno; o tráfico intra-africano de
escravos; a exploração excessiva do trabalho escravo; a degradação física e moral; o bandeirantis-
mo; a escravidão em ambientes religiosos; a escravatura instalada da África antes da chegada dos
europeus ao continente; os massacres de seres humanos; a Companhia Holandesa das Índias Oci-
dentais e Orientais; o tráfico de escravos entre nações reforçando o sistema escravagista; as via-
gens comerciais ultramarinas entre os séculos XV e XVIII; os campos de escravidão (Auschwitz);
os sistemas escravistas ocidental e oriental; os instrumentos para castigar os escravos; a presença
das marcas da escravidão no Mundo; o Museu Internacional da Escravidão em Liverpool (2007);
a aplicação de castigos violentos para punição e educação dos escravos; o poder sobre a vida do
escravo; a exposição temporária sobre os 100 anos da abolição da escravidão no Brasil; os lega-
dos da escravidão negra; o rompimento das relações familiares; a construção do Taj Mahal
(1653); a autescravidão ao autassédio; a incansável cruzada inglesa contra a escravidão; a revolta
dos escravos; o boicote às mercadorias fabricadas pelos escravos; o quilombo sendo ameaça ao
regime escravista; as práticas clandestinas da escravidão; o circuito mercantil fomentador da cir-
culação de mercadorias e tráfico de escravos; a revolta de Spartacus (71 a.e.c.); o resgate de tra-
balhadores brasileiros em situação análoga à escravidão; a Divisão de Fiscalização para Erradica-
ção do Trabalho Escravo (DETRAE); o Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas;
as denúncias de trabalho escravo no Brasil; o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo (28
de Janeiro); a campanha Coração Azul; as campanhas abolicionistas a partir do século XVII;
a participação em curso conscienciológico sobre Abolição e Seriéxis.

Parafatologia:
a autovivência do estado vibracional (EV) profilático; a parescravização
aprisionando legião de consciências; a rede extrafísica da antiescravidão; a tares conscienciológi-
ca alinhada à reurbanização extrafísica; o esclarecimento holobiográfico; a ligação multiexisten-
cial entre vítimas e algozes; a lucidez da pluriexistencialidade; a vivência da multidimensionalida-
de; a dinâmica parapsíquica assistindo o bolsão extrafísico escravagista; a reparação dos erros das
múltiplas vidas.

III. Detalhismo

Sinergismologia:
o sinergismo comprador-vendedor-usuário de escravos mantendo
o sistema vivo; o sinergismo assistencial dos antiescravagistas; o sinergismo reparação do erro-
-recomposição grupocármica
.
Principiologia:
o princípio de o mais forte subjugar o mais fraco; o princípio da insepa-
rabilidade grupocármica
viabilizando a recomposição dos atos interprisionais; o princípio da in-
terdependência evolutiva
.
Codigologia:
o código de Hamurabi (1776 a.e.c.) dividindo a sociedade mesopotâmica
em homens livres e escravos; o Código Negro francês (1685); o código escravagista garantindo
o funcionamento do sistema; os códigos legais unificados, embasados no Direito Romano, regula-
dores da escravidão; o código pessoal de Cosmoética (CPC) aplicado à reciclagem do autopense-
ne escravagista.
Teoriologia:
a vivência da teoria da interprisão grupocármica; a teoria do holocarma
das nações;
a teoria seriexológica aplicada às autopesquisas da antiescravização consciencial.
Tecnologia:
a técnica de construção das embarcações para transporte atacadista de es-
cravizados; as técnicas de navegação, de caravanae e de resgate para abastecer o comércio de es-

cravo; a técnica da autopesquisa holocármica aplicada às reciclagens de traços conscienciais es-
cravizantes.
Voluntariologia:
o trabalho voluntário antiescravagista; o escravizado voluntário.
Laboratoriologia:
o laboratório conscienciológico da Autopesquisologia; o laboratório
conscienciológico da Assistenciologia;
o laboratório conscienciológico da Paradireitologia;
o laboratório conscienciológico da Autopensenologia.
Colegiologia:
o Colégio Invisível da Assistenciologia; o Colégio Invisível da Convivio-
logia;
o Colégio Invisível da Megafraternologia; o Colégio Invisível da Paradireitologia; o Colé-
gio Invisível da Parapoliticologia;
o Colégio Invisível da Pararreurbanologia; o Colégio Invisí-
vel da Parassociologia
.
Efeitologia:
os efeitos interpresidiários dos atos desumanos; o efeito da redução demo-
gráfica no continente africano;
o efeito da redução do mundo pessoal; as rebeliões servis sendo
efeito da larga utilização de mão-de-obra escrava;
o efeito da destruição de ambientes, culturas
e costumes de povos
.
Neossinapsologia:
as neossinapses geradas pelas recins sobre dignidade e solidariedade
humana; a ausência de neossinapses paradireitológicas.
Ciclologia:
o ciclo interprisional algoz-vítima; o ciclo dos interesses econômicos mão-
de-obra escrava-estímulo ao tráfico de escravos;
o ciclo multiexistencial evolutivo oportunizan-
do trocas de atribuições conscienciais no curso grupocármico; o ciclo historiográfico da escra-
vidão
.
Enumerologia:
a captura do escravo; a venda do escravo; o tráfico do escravo; o traba-
lho do escravo; o castigo do escravo; o banzo do escravo; o suicídio do escravo.
Binomiologia:
o binômio vítima-algoz escravagista representando fase da interprisão do
ciclo grupocármico;
o binômio escravização consciencial-antiescravização consciencial.
Interaciologia:
a interação patológica senhor-escravo; a interação interprisional das
nações escravocratas
.
Crescendologia:
o crescendo escravagista-abolicionista-intermissivista; o crescendo es-
cravização
mercantilização de escravos.
Trinomiologia:
o trinômio algoz-vítima-assistente representando papeis nos cenários
existenciais intrafísicos; o trinômio evolutivo autopesquisa-reciclagens-reparação do erro.
Polinomiologia:
o polinômio historiográfico escravidão antiga-escravidão medieval-
-escravidão moderna-escravidão contemporânea;
o polinômio escravocrata expansão territori-
al-exploração de terra-comércio de escravos-poder econômico
.
Antagonismologia:
o antagonismo escravagismo / antiescravagismo; o antagonismo
rotas do tráfico de escravos / rotas de fugas de escravos;
o antagonismo escravidão / abolição.
Paradoxologia:
o paradoxo de o ex-escravo possuir escravos; o paradoxo de o anties-
cravagista possuir escravo
.
Politicologia:
a escravocracia; a carência da paradireitocracia.
Legislogia:
a lei da subjugação consciencial; a lei cosmoética de ação e reação nas vi-
das sucessivas; as leis da Seriexologia acertando os passos evolutivos; o desrespeito à lei dos Di-
reitos Humanos
.
Filiologia:
a belicosofilia; a ausência de benignofilia.
Fobiologia:
o medo do fim da escravidão; o medo da revolta dos escravos; a neofobia
quanto à implantação de sistema econômico humanitário.
Sindromologia:
a síndrome da dominação da vida alheia.
Maniologia:
a mania incessante de traficar seres humanos; a mania desumana de degra-
dação do escravizado.
Mitologia:
o mito do fim da escravidão humana; o mito da naturalidade da escravidão;
o mito da benignidade da escravidão; o mito da possibilidade de não responsabilização quanto
aos atos escravizantes;
o mito da escravidão branda.
Holotecologia:
a agrilhoteca; a politicoteca; a socioteca; a economoteca; a historioteca;
a juridicoteca; a belicosoteca.

Interdisciplinologia:
a Interprisiologia; a Escravagismologia; a Holocarmalogia; a Poli-
ticologia; a Parassociologia; a Historiologia; a Paradireitologia; a Belicismologia; a Pacifismo-
logia.

IV. Perfilologia

Elencologia:
a conscin belicista; a conscin escrava negra; a conscin escrava branca;
o ameríndio; a consréu ressomada; a consréu autocorrupta; consréu genocida; os mercadores
mulçumanos; o povo judeu; a conscin lúcida; o ser interassistencial.

Masculinologia:
o escravagista; o escravo; o bandeirante; o traficante de escravos; o ca-
pitão de navio negreiro; o coronel; o jesuíta; o pirata; o político; o papa; o eunuco; o capturador
de seres humanos; o interprisiologista; o devedor cármico; o índio; o mercador de escravo; o atra-
vessador de escravo; o aliciador; o rei; o imperador; o cativo; o servo; o alforriado; o compassa-
geiro evolutivo; o abolicionista; o antepassado de si mesmo; o intermissivista.

Femininologia:
a escravagista; a escrava; a traficante de escravos; a concubina; a captu-
radora de seres humanos; a interprisiologista; a devedora cármica; a índia; a mercadora de escra-
vo; a atravessadora de escravo; a aliciadora; a rainha; a imperatriz; a cativa; a serva; a alforriada;
a compassageira evolutiva; a abolicionista; a antepassada de si mesmo; a intermissivista.

Hominologia:
o Homo sapiens bellicosus; o Homo sapiens immaturus; o Homo sapiens
anticosmoethicus;
o Homo sapiens submissus; o Homo sapiens nosographus; o Homo sapiens
barathrosphericus;
o Homo sapiens etnophobicus.

V. Argumentologia

Exemplologia:
escravagismo legal = a condição de dominação e aprisionamento holos-
somático de conscins, endossada por leis; escravagismo ilegal = a condição de dominação e apri-
sionamento holossomático de conscins, praticado ilegitimamente.

Culturologia:
a cultura da subjugação da consciência alheia; a cultura da exploração
humana
para interesses pessoais.

Etiologia.
De acordo com a Anteriorologia, a origem da escravidão vincula-se ao modo
de vida sedentário dos povos, tendo, provavelmente, sido iniciada entre a revolução neolítica (cer-
ca de 10 mil a.e.c.) e o surgimento dos primeiros grandes assentamentos humanos. As investiga-
ções etnológicas destacam a existência da escravidão em todas as sociedades humanas, estrutura-
das ou não em Estados.

Registros.
A inscrição sumérica “O Pecado do Jardineiro”, em exposição no Museu de
Antiguidades Orientais em Istambul e o contrato de venda de um escravo do sexo masculino, da-
tado de cerca de 2600 a.e.c na Mesopotâmia, são as primeiras menções escritas sobre escravidão
de seres humanos.
Fundamentos.
Conforme a Direitologia, eis, na ordem alfabética, 4 argumentos indefen-
sáveis empregados pelos escravagistas para justificar e defender a prática, protegendo-se das leis
antiescravagistas
no Século XVIII:
1. Biológico: a inferioridade da raça humana negra.
2. Econômico: o mal necessário para o progresso econômico.
3. Religioso: a lei divina ou benefício divino, sendo o único meio de garantir a salvação
dos negros.
4. Social: a manutenção da harmonia na Sociedade.

Cronologia.
Pela Historiografia, eis, na ordem cronológica, 4 características utilizadas
nas modalidades de escravização de seres humanos, desde a antiguidade até os dias atuais (Ano-
base: 2019):
1. Escravidão na Antiguidade (4.000 a.e.c-476 e.c): caracterizada pela condição de
instrumento animado e concebido por fenômeno natural.
2. Escravidão na Idade Média (476-1453): concebida por servos subjugados sob o pe-
so da dívida, considerados arrendários não livres.
3. Escravidão na Idade Moderna (1453-1789): caracterizada por tráfico transatlântico
de seres humanos africanos para o trabalho escravo nas colônias europeias, visando interesse eco-
nômico.
4. Escravidão na Idade Contemporânea (1789 até os dias atuais): caracterizada por
tráfico de seres humanos no Planeta e concebido por escravidão moderna, envolvendo restrições
à liberdade do trabalhador e ilegalidade nas relações de trabalho.

Índice.
As pesquisas da Fundação Walk Free indicam o índice de 40,3 milhões de seres
humanos vítimas da escravidão moderna no Planeta, sendo, aproximadamente, 369 mil no Brasil
(Ano-base: 2016).

Taxologia.
Pertinente à Conviviologia, eis por exemplo, na ordem alfabética, 11 tipos de
escravidão, transparecendo a relação de subjugação da conscin:
01. Escravidão branca: do povo europeu pelos norte-africanos ou muçulmanos.
02. Escravidão colonial: dos trabalhadores em plantações agrícolas e minas.
03. Escravidão doméstica: das pessoas traficadas com falsas promessas.
04. Escravidão indígena: dos povos originários das Américas (ameríndios) pelos colo-
nizadores.
05. Escravidão infantil: de crianças e adolescentes, privadas das experiências próprias
da idade, brincar e estudar, para trabalhar.
06. Escravidão militar: da criança-soldado, do escravo soldado, pelo exército.
07. Escravidão negra: do povo africano por europeus e americanos (Estados Unidos da
América; América Central e do Sul).
08. Escravidão penal: dos condenados à prisão e ao trabalho forçado; as galés; o Gulag
(1923); os campos de concentração.
09. Escravidão por dívida: dos devedores, para pagamento de empréstimo através do
trabalho forçado direto aos credores.
10. Escravidão ritualística: das pessoas mantidas escravas para sacrifícios religiosos.
11. Escravidão sexual: de conscins para práticas sexuais por coação; o bacha bazi.

Recomposição.
Concernente à Evoluciologia, o desenvolvimento de traços autoanties-
cravizantes e a vivência da interdependência evolutiva nas relações conscienciais compreendem
iniciativas maduras da conscin para recompor, com lucidez, a interprisão grupocármica no holo-
pensene escravagista, predispondo-se à conquista da amortização evolutiva, ainda nesta existência
humana.

VI. Acabativa

Remissiologia.
Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabé-
tica, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas cen-
trais, evidenciando relação estreita com o escravagismo, indicados para a expansão das aborda-
gens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
01. Abolicionismo: Grupocarmologia; Neutro.
02. Acerto grupocármico: Grupocarmologia; Homeostático.
03. Autescravidão: Psicossomatologia; Nosográfico.
04. Autoposicionamento seriexológico: Seriexologia; Neutro.

05. Amortização evolutiva: Grupocarmologia; Homeostático.
06. Antiescravização consciencial: Maxifraternologia; Neutro.
07. Consciência grupocármica: Grupocarmologia; Neutro.
08. Escravização humana: Sociologia; Nosográfico.
09. Interdependência evolutiva: Grupocarmologia; Homeostático.
10. Interprisão grupocármica: Interprisiologia; Nosográfico.
11. Interprisiologia: Grupocarmologia; Nosográfico.
12. Lei de causa e efeito: Holocarmologia; Neutro.
13. Princípio da restauração evolutiva: Evoluciologia; Homeostático.
14. Senso de dignidade cosmoética: Cosmoeticologia; Homeostático.
15. Subjugabilidade: Parapatologia; Nosográfico.

O
ESCRAVAGISMO AINDA SE MANTÉM NO PLANETA EN-
QUANTO MEGASSISTEMA INTERPRISIONAL. A
AUTOANTI-
ESCRAVIZAÇÃO PODE AUXILIAR NA DESCONSTRUÇÃO
DESSE CENÁRIO EXISTENCIAL MULTIMILENAR DOENTIO.


Questionologia.
Você, leitor ou leitora, percebe traços pessoais de escravização no dia
a dia? A autoantiescravização é realidade para você?

Filmografia Específica:

1. Doze Anos de Escravidão. Título Original: Twelve Years a Slave. País: EUA; & Reino Unido. Data:
2013. Duração: 134 min. Gênero: Drama; História; & Biografia. Idade (censura): 17 anos. Idioma: Inglês. Cor: Colo-
rido. Legendado: Sem legenda. Direção: Steve McQueen. Elenco: Chiwetel Ejiofor; Dwight Henry; Dickie Gravois; Lu-
pita Nyong’o; & Bryan Batt. Produção: Brad Pitt; Dede Gardner; Anthony Katagas; Jeremy Kleiner; Steve McQueen;
Arnon Milchan. Desenho de Produção: Adam Stockhausen. Direção de Arte: David Stein. Roteiro: John Ridley. Fo-
tografia:
Sean Bobbitt. Música: Hans Zimmer. Montagem: Alice Baker. Cenografia: Alice Baker. Figurino: Patricia
Norris. Edição: Joe Walker. Efeitos Especiais: David Nash. Companhia: Regency Enterprises; Plan B; Film4; River Ro-
ad Entertainment; & Twentieth Century Fox Film Corporation. Sinopse: Filme com base nas memórias de Solomon
Northup, africano nascido livre nos EUA, sequestrado no estado de Washington D.C., em 1841 e vendido como escravo.
Solomon trabalhou em plantações do estado da Louisiana durante 12 anos antes de ser libertado.
2. Espártaco. Título Original: Spartacus País: EUA. Data: 1960. Duração: 198 min. Gênero: Drama; His-
tória; & Biografia. Idade (censura): 12 anos. Idioma: Inglês. Cor: Colorido. Legendado: Sem legenda. Direção: Stanley
Kubrick. Elenco: Charles Laughton; Jean Simmons; John Gavin; Kirk Douglas; Laurence Olivier; Peter Ustinov; & Tony
Curtis. Produção: Edward Lewis. Direção de Arte: Eric Orbom. Roteiro: Dalton Trumbo. Fotografia: Clifford Stine;
& Russell Metty. Música: Alex North. Montagem: Cenografia: Russell Metty. Figurino: Valles & Bill Thomas. Edi-
ção:
Efeitos Especiais: Companhia: Bryna Productions & Universal Pictores. Sinopse Spartacus, homem nascido escra-
vo, labuta para o Império Romano enquanto sonha com o fim da escravidão. Ele foi condenado à morte por morder guarda
em mina na Líbia. Vendido ao negociante e treinador de gladiadores, tornanou-se gladiador. Escolhido para enfrentar gla-
diador negro, vence a luta, mas se recusa a matar o opositor, atirando o tridente contra a tribuna onde estavam os romanos.
Este nobre gesto custa a vida do gladiador negro e enfurece Spartacus. A partir deste momento ele lidera revolta de escra-
vos, atingindo metade da Itália.

Bibliografia Específica:

01. Dorigny, Marcel; & Gainot, Bernard; Atlas das Escravidões: Da Antiguidade até Nossos Dias (Atlas des
Esclavages: De l'Antiquité à nos Jours);
apres. José Assunção Barros; Álvaro Nascimento; & José Alves Serqueira; 114
p.; 5 partes; 41 caps.; 1 adendo; 3 cronologias; 1 E-mail;31 fichários; 81 gráfs.; 3 ilus.; 100 mapas; 2 siglas; 3 tabs.;
1 website; 1 nota; 226 refs.; 2 anexos; 24 x 17 cm; br.; Vozes; Petrópolis, Rio de Janeiro; 2017; páginas 14, 16, 65 e 96
a 103.
02. Joly, Fábio Duarte; A Escravidão na Roma Antiga; 148 p.; 4 caps.; 1 ilus.; 2 siglas; 1 tab.; 1 website;
4 notas; 2 filmes; 84 refs.; 9 webgrafias; 20 x 12,5 cm; br.; 2
a
Ed.; Alameda; São Paulo, SP; 2013; páginas 16 a 45, 58
e 86 a 88.
03. Meredith, Martin; O Destino da África: Cinco Mil Anos de Riquezas, Ganância e Desafios (The Fortu-
nes of Africa: A 5.000-Year History of Wealth, Greed and Endeavour);
revisores Eduardo Monteiro; & Carolina Sampaio;
trad. Marlene Suano; 740 p.; 16 partes; 71 caps.; 1 E-mail; 30 fotos; 8 ilus.; 14 mapas; 2 siglas; 2 websites;18 notas; 554
refs.; alf.; br.; Zahar; Rio de Janeiro, RJ; 2017; página 122.

04. Moura, Clóvis; Dicionário da Escravidão Negra no Brasil; pref. João Baptista Borges Pereira; 434
p.; 1 E-mail; 1 foto; glos. 1376 termos; 12 tabs.; 1 website; 1 apênd.; 24 x 17 cm; br.; EDUSP; São Paulo, SP; 2013;
páginas 63, 148 a 151.
05. Pétré-Grenouilleau, Oliver; A História da Escravidão (L'Histoire de L'Esclavage); revisora Íris Morais
Araújo; trad. Mariana Echalar; 150 p.; 1 cronologia; 1 E-mail;3 fotos; 8 ilus.; 4 mapas; 5 websites; 10 notas; 49 refs.; 21
x 14 cm; br.; 4
a
reimp.; Boitempo; São Paulo, SP; 2009; páginas 28 a 38, 45 a 49 e 60 a 62.
06. Trespach, Rodrigo; Histórias não (ou mal) Contadas: Escravidão, do Ano 1000 ao Século XXI; 206
p.; 10 caps.; 22 fichários; 45 fotos; 85 ilus.; 4 siglas; 2 websites;183 notas; 157 refs.; 37 webgrafias; 23 x 15,5 cm; br.;
Harper Collins;
Rio de Janeiro, RJ; 2018; páginas 15, 16, 42 a 47, 69 a 77, 83, 90, 92 a 97, 115 a 119, 121 a 124, 143
a 146 e 148 a 154.
07. Vieira, Waldo; 100 Testes da Conscienciometria; revisor Alexander Steiner; 232 p.; 100 caps.; 15
E-mails;
103 enus.; 1 foto; 1 microbiografia; 2 websites; 14 refs.; 21 x 14 cm; br.; Instituto Internacional de Projeciologia
e Conscienciologia
(IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 1997; páginas 17, 138 e142 .
08. Idem; Dicionário de Argumentos da Conscienciologia; revisores Equipe de Revisores do Holociclo;
1.572 p.1.572; 21 E-mails; 551 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 18 fotos; glos. 250 termos; 19 websites;alf.;
28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; páginas 488, 990, 1.177, 1.285
e 1.403.
09. Idem; Léxico de Ortopensatas; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 2 Vols.; 1.800 p.; Vols.
1 e 2; 1 blog; 652 conceitos analógicos; 22 E-mails; 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; glos. 6.476
termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 20.800 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas lexicográficas;
19 websites; 28,5 x 22 x 10 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; página 618.
10. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147;
abrevs.; 1 cronologia; 100 datas; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.;
geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; páginas 275, 434,
461 e 546.

Webgrafia Específica:


1. Walk Free Fondation; Relatório; The Global Slavery Index 2018; disponível em <https://www.globalsla
veryindex.org/2018/findings/global-findings/>, acesso em: 01.04.19.

A. C. P.