Enciclopédia da Conscienciologia

Texto do Verbete :


AGENDA AMBIENTAL ORGANIZACIONAL

(ECOLOGIA)


I. Conformática

Definologia.
A agenda ambiental organizacional é a proposta técnica de ações cosmoé-
ticas de organizações, incluindo as empresas públicas, privativas, educacionais, do terceiro setor
e conscienciocêntricas, voltadas às ações de sustentabilidade e gestão de pessoas, com foco na
responsabilidade planetária, mudança de valores e atitudes, preservação ecológica e economia de
recursos.
Tematologia.
Tema central neutro.
Etimologia.
O termo agenda vem do idioma Latim, agenda, “caderneta de anotações”,
derivado de agendus, e este de agere, “fazer; agir; fazer andar à sua frente; conduzir; adiantar-se”.
Surgiu no Século XIX. O vocábulo ambiente procede do mesmo idioma Latim, ambiens, particí-
pio presente de ambire, “andar ao redor; cercar; rodear”. Surgiu no Século XVII. A palavra orga-
nizar
provém do idioma Francês, organiser, e este do idioma Latim Medieval, organizare, “esta-
belecer as bases; dotar de alguma estrutura; dispor de modo a tornar apto à vida”. Apareceu no
Século XVI.
Sinonimologia:
1. Agenda de administração ambiental. 2. Plano de coerência econômi-
co-ecológico-social. 3. Plano de ação ecológico. 4. Plano ecológico de compromissos organiza-
cionais. 5. Programa de ações ecológicas institucionais. 6. Plano de educação sócio-ambiental.
7. Ferramenta de gerenciamento ecológico. 8. Planejamento do uso de recursos naturais.
Neologia.
As duas expressões compostas agenda ambiental organizacional eletronótica
e agenda ambiental organizacional conscienciológica são neologismos técnicos da Ecologia.
Antonimologia:
1. Ausência de responsabilidade planetária; irresponsabilidade ecológi-
ca. 2. Despreocupação ecológica. 3. Ausência de planejamento socioambiental. 4. Desperdício
de recursos naturais. 5. Programa ecológico de fachada; projeto socioambiental para marketing
empresarial. 6. Agenda de compromissos.
Estrangeirismologia:
a sustainable enterprise; o ecological business; a Ecological Eco-
nomics;
o greenwashing acriticamente aceito e despercebido; a planetary emergency; o Zeitgeist
da urgência da crise ecológica; o checklist das ações responsáveis das organizações; a Ecopsycho-
logy
aproximando a relação entre Ecologia e evolução consciencial.
Atributologia:
predomínio das faculdades mentais, notadamente do autodiscernimento
quanto à responsabilidade planetária.
Citaciologia.
Eis duas citações reflexivas, associadas ao tema: - A extinção de espécies,
a contaminação do ar e da água, o efeito estufa não são a crise ambiental. São apenas seus indi-
cadores. A crise ambiental é a nossa crise. De valores, relacionamento, identidade e conhecimen-
to
(Céu D´Ellia, 1963-). A expansão da consciência ambiental se dá na exata proporção em que
percebemos meio ambiente como algo que começa dentro de cada um de nós, alcançando tudo
o que nos cerca e as relações que estabelecemos com o universo
(André Trigueiro, 1966-).

II. Fatuística

Pensenologia:
o holopensene pessoal da Ecologia; o holopensene paraecológico grupal;
o holopensene da responsabilidade planetária; o holopensene da sustentabilidade ecológica; o ho-
lopensene sadio; os sociopensenes; a sociopensenidade; os nexopensenes; a nexopensenidade; os
cosmoeticopensenes; a cosmoeticopensenidade; os ortopensenes; a ortopensenidade; os reciclo-
pensenes; a reciclopensenidade; os evoluciopensenes; a evoluciopensenidade; os pensenes univer-
salistas; os holopensenes patológicos gerando poluição pensênica; os pensenes antiecológicos;
o holopensene da despreocupação pensênica com o futuro das gerações vindouras; a evitação do
lixo pensênico; as ações ecológicas favorecendo a mudança dos autopensenes.

Fatologia:
a agenda ambiental organizacional; a qualidade do ambiente natural e artifici-
al como fundamentais à vida; a contribuição para a sustentabilidade ecológica; a Educação Ambi-
ental; a coleta seletiva de resíduos para a reciclagem dos materiais e preservação dos recursos na-
turais; a falta de entendimento da importância da sustentabilidade do Planeta; o desrespeito aos
animais, vegetais e ambientes naturais; a necessidade de repensar sobre as escolhas e atitudes;
o local de trabalho na condição de ambiente cotidiano das conscins; os impactos ambientais, dire-
tos e indiretos causados pelos diferentes tipos de corporações; as ações praticadas na empresa re-
verberando em a Natureza; as ações ecológicas no aqui e agora; as políticas e escolhas empresari-
ais ditando as exigências ecológicas ao mercado; a gestão ambiental enquanto metodologia técni-
ca para a prática da agenda ambiental organizacional; a Agenda Ambiental na Administração Pú-
blica (A3P), como Metodologia e motivação para as agendas ambientais organizacionais no setor
público; a Agenda 21 na condição de instrumento de planejamento participativo; a agenda ambi-
ental ampliando a qualidade de vida no trabalho; o bem-estar ambiental; a ampliação da autestima
e da produtividade do profissional da empresa; a responsabilidade planetária das empresas; a res-
ponsabilidade planetária sendo parte das proéxis individuais e grupais; a inserção da agenda am-
biental organizacional nos 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs); as iniciativas in-
dividuais enquanto exemplos multiplicadores; a vivência prática das ações cosmoéticas; a crise
ambiental indicadora da crise humana e vice-versa; a agenda na condição de instrumento promo-
tor de mudanças de valores e atitudes; a consciência ecológica adquirida a partir das recins e recé-
xis pessoais; a facilitação de ações coletivas pelo bem comum; a interassistência resultante das
ações grupais; a economia financeira consequente à evitação de desperdícios; a otimização do uso
dos recursos públicos; a preservação de recursos naturais decorrente das ações da agenda ambien-
tal cosmoética.

Parafatologia:
a autovivência do estado vibracional (EV) profilático contribuindo na sa-
úde ambiental intra e extrafísica; a qualidade do ambiente intrafísico repercutindo na qualidade do
ambiente extrafísico; a poluição pensênica comprometendo os ambientes extrafísicos; a evitação
do comprometimento multidimensional decorrente da destruição do ambiente intrafísico; a ampli-
ação do conhecimento e entendimento da Paraecologia; as reverberações multidimensionais ho-
meostáticas a partir da assertividade ecológica das organizações; as reurbanizações extrafísicas;
os desassédios individuais e grupais decorrentes das posturas cosmoéticas pela preservação ambi-
ental; a agendex influenciando a qualidade da agenda ambiental interassistencial na intrafisicali-
dade.

III. Detalhismo

Sinergismologia:
o sinergismo Ecologia-Conscienciologia; o sinergismo nocivo dos im-
pactos ambientais causados por corporações de diferentes segmentos;
o sinergismo intenção cos-
moética-agenda ambiental;
o sinergismo intencionalidade-tecnicidade; o sinergismo das ações
coletivas na mudança da cultura organizacional para melhor;
o sinergismo autoconscientização-
-autaplicação imediata
.
Principiologia:
o princípio da preservação; o princípio da interassistencialidade glo-
bal;
o princípio do bem comum; o princípio de cada consciência fazer a parte pessoal, na condi-
ção de minipeça do maximecanismo;
o princípio de 1 por todos e todos por 1; o princípio da me-
gafraternidade;
o princípio da responsabilidade interassistencial; o princípio do exemplarismo
pessoal
(PEP); o princípio da autenticidade consciencial.
Codigologia:
os estatutos do servidor e códigos de Ética Profissional das empresas pú-
blicas e privativas; as normas da International Standard Organization (ISO) socioambientais ao
modo de códigos de qualidade ambiental nas empresas; os códigos sociais; a qualificação do có-
digo pessoal de Cosmoética
(CPC); as ações ecológicas enriquecendo o código grupal de Cosmo-
ética
(CGC); o código de valores pessoais.
Teoriologia:
a teoria da personalidade autoconsciente; a teoria da coerência; a teoria
da evolução consciencial;
a teoria de o hábito, mesmo forçado, promover a mudança; as teorias

da cultura e da mudança organizacional;
a teoria de o ambiente externo ser reflexo do ambiente
interno, intraconsciencial;
a teoria de a união fazer a força.
Tecnologia:
a técnica do Cosmograma para o levantamento de métodos já experimenta-
dos nas diferentes organizações; as técnicas de gestão ambiental; as técnicas de gestão participa-
tiva;
as técnicas do gerenciamento de projetos; as técnicas dos 3 Rs ecológicos reduzir-reutilizar-
-reciclar
vivenciados na ordem correta; as técnicas de reciclagens dos resíduos; as técnicas eco-
lógicas de fluxos de entrada e saída;
as técnicas de qualidade de vida no trabalho; as técnicas de
sensibilização de pessoas para mudanças organizacionais;
a técnica de viver evolutivamente.
Voluntariologia:
as iniciativas de ações ecológicas e sustentáveis partindo da postura
voluntária dos colaboradores das empresas, mesmo não havendo agenda ambiental institucionali-
zada; o voluntário teático da responsabilidade planetária; o autodiscernimento do voluntário da
Conscienciologia
quanto às atitudes ecológicas pessoais; o antidesperdício no voluntariado tarís-
tico
.
Laboratoriologia:
o laboratório conscienciológico da Cosmoeticologia; o laboratório
conscienciológico da Pensenologia;
o laboratório conscienciológico da Recexologia; o laborató-
rio conscienciológico da autorganização;
o laboratório conscienciológico da proéxis; o labora-
tório conscienciológico da Cosmovisiologia;
o laboratório conscienciológico da vida cotidiana;
o laboratório conscienciológico da Grupocarmologia; o laboratório conscienciológico da Reedu-
caciologia
.
Colegiologia:
o Colégio Invisível da Intrafisicologia; o Colégio Invisível da Evoluciolo-
gia;
o Colégio Invisível da Cosmoconscienciologia; o Colégio Invisível da Mentalsomatologia;
os embriões de Colégios Invisíveis nas redes virtuais de pessoas interessadas na sustentabilidade
do Planeta.
Efeitologia:
o efeito halo das ações ecológicas; os efeitos da reeducação nas recins pes-
soais;
os efeitos das ações grupais planejadas gerando maiores resultados.
Neossinapsologia:
a reciclagem das retrossinapses abrindo espaço às neossinapses; as
neossinapses ecológicas intraconscienciais, grupais e policármicas;
as neossinapses advindas
das reciclagens pessoais
.
Ciclologia:
o ciclo do PDCA (Plan, Do, Check, Act) na qualificação da agenda ambien-
tal organizacional;
o ciclo identificação do problema-correção-acerto; o ciclo meta-trabalho-
-conquista;
os ciclos promovidos pela reutilização e reciclagem dos materiais descartados, pou-
pando os recursos do Planeta.
Enumerologia:
a agenda vazia; a agenda do autodiscernimento; a agenda de autopense-
nização; a agenda da intencionalidade cosmoética; a agenda das mudanças de atitude; a agenda
das ações individuais; a agenda das ações em grupo.
Binomiologia:
o binômio ação-reação; o binômio liberdade-responsabilidade; o binô-
mio autoimperdoamento-heteroperdoamento;
o binômio parte-todo; o binômio minipeça-maxi-
mecanismo;
o binômio agenda-organização; o binômio desenvolvimento-visão de futuro; o binô-
mio recebimento-retribuição
norteando as escolhas ecológicas; o binômio coerência pessoal evo-
lutiva-atitudes ecológicas;
o binômio respeito aos pares-respeito aos demais seres do Planeta;
o binômio inafastável evolução consciencial-interassistencialidade.
Interaciologia:
a interação responsabilidade-teoria-prática; a interação CPC-CGC;
a interação respeito-cuidado; a interação da “teia da vida”, interligando tudo e todos no Planeta;
a interação reforma íntima-reforma social; a interação motivação pessoal-motivação grupal fa-
vorecendo a consecução da agenda ambiental organizacional.
Crescendologia:
o crescendo conscientização-mudança de atitude-sustentabilidade;
o crescendo patológico capitalismo-ganância-excessos-insustentabilidade; o crescendo evolutivo
amoralidade-Ética Humana-Cosmoética;
o crescendo agenda ambiental-práticas sustentáveis-
-responsabilidade planetária
.
Trinomiologia:
o trinômio motivação-trabalho-lazer; o trinômio complementar repen-
sar-reaprender-reeducar;
o trinômio priorização-organização-prevenção; o trinômio conscienci-
ológico reciclagem intraconsciencial-reurbanização intrafísica-reurbanização extrafísica
.

Polinomiologia:
o polinômio empresa-pessoas-Ecologia-ações sustentáveis-evolução;
o polinômio autestima-motivação-conscientização-Cosmoética; o polinômio papel-plástico-me-
tal-vidro
na separação do lixo para reciclagem; o polinômio (aliteração) dos 5 Rs refletir-recusar-
-reutilizar-reduzir-reciclar;
o polinômio (aliteração) dos 7 Rs repensar-recusar-reduzir-reparar-
-reutilizar-reciclar-reintegrar;
o polinômio (5Ss) senso de utilização-senso de ordenação-senso
de limpeza-senso de saúde e higiene-senso de autodisciplina
.
Antagonismologia:
o antagonismo ação / omissão; o antagonismo entendimento / igno-
rância;
o antagonismo cuidar / descuidar; o antagonismo espectador da vida / protagonista res-
ponsável;
o antagonismo autocrítica / autocorrupção; o antagonismo desenvolvimento conserva-
cionista / crescimento econômico predatório
.
Paradoxologia:
o paradoxo de o custo das agendas ambientais organizacionais repre-
sentar investimento e gerar economia;
o paradoxo de o crescimento econômico nem sempre ser
sinônimo de desenvolvimento;
o paradoxo de os países priorizadores de ações sustentáveis nos
próprios territórios implantarem indústrias anticosmoéticas em outros países;
o paradoxo de as
gerações futuras serem as conscins atuais, ressomadas no futuro;
o paradoxo do autopesquisa-
dor da consciência antiecológico;
o paradoxo da cosmovisão simplificadora; o paradoxo de
a atuação reurbanizadora dos Serenões nem sempre evitar catástrofes naturais
.
Politicologia:
a democracia pura; a evoluciocracia; a cosmoeticocracia; a consciencio-
cracia; a sociocracia; a cosmocracia; a Política Nacional de Meio Ambiente; as políticas públicas
de responsabilidade socioambiental; as políticas de controle de desperdício; a política nacional de
resíduos sólidos; as conferências locais, nacionais e internacionais voltadas ao debate das políti-
cas e questões ambientais; as políticas e programas de educação para a cidadania.
Legislogia:
a lei de causa e efeito; as leis da seriéxis; a lei da interdependência consci-
encial;
a lei da maxiproéxis; as leis sociais; as leis de proteção aos recursos naturais; as leis mu-
nicipais e estaduais do meio ambiente;
as leis de regulamentação de compras e procedimentos
sustentáveis nas instituições públicas
.
Filiologia:
a ecofilia; a neofilia; a evoluciofilia; a metodofilia; a conscienciofilia; a assis-
tenciofilia; a conviviofilia; a recexofilia.
Fobiologia:
a biofobia; a metatesiofobia; a decidofobia; a recexofobia; a recinofobia;
a evoluciofobia; o medo de encarar a degradação do Planeta interpretada enquanto “verdade in-
conveniente”.
Sindromologia:
a síndrome do consumismo; a síndrome do ansiosismo; a síndrome da
mediocrização;
a atenção à síndrome da insegurança econômica; a síndrome da prospectiva trá-
gica
.
Maniologia:
a egomania; a megalomania; a mania de comprar o supérfluo; a mania de
imprimir documentos desnecessariamente.
Mitologia:
o mito da inesgotabilidade das fontes de recursos naturais; o mito de o cres-
cimento econômico ser sempre positivo, mesmo tendo custos ecológicos;
o mito de a Natureza,
ser apenas fauna e flora;
o mito da superioridade humana; o mito da insignificância das ações
domésticas e do trabalho para a Ecologia do Planeta;
o mito de o conforto para parte da popula-
ção representar melhora ambiental;
o mito do “planeta água”.
Holotecologia:
a ecoteca; a ciencioteca; a economoteca; a hemeroteca; a conscienciote-
ca
; a evolucioteca; a recexoteca; a cosmoeticoteca; a eticoteca; a socioteca; a reurbanoteca; a as-
sistencioteca; a convivioteca.
Interdisciplinologia:
a Ecologia; a Intrafisicologia; a Discernimentologia; a Cosmoeti-
cologia; a Cosmovisiologia; a Maxifraternologia; a Recexologia; a Recinologia; a Administracio-
logia; a Tecnologia; a Interassistenciologia; a Policarmologia; a Paradireitologia; a Interdiscipli-
nologia.

IV. Perfilologia

Elencologia:
a consréu ressomada; a conscin eletronótica; a conscin lúcida; a conscin
responsável; a conscin cosmoética; o ser interassistencial; as equipes de trabalho nas organi-
zações.

Masculinologia:
o ambientalista; o ecologista; o gestor; o servidor público; o empresá-
rio; o funcionário; o trabalhador; o voluntário; o amparador intrafísico; o atacadista consciencial;
o autodecisor; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo; o completista; o cons-
cienciólogo; o conscienciômetra; o conviviólogo; o proexista; o proexólogo; o reeducador; o epi-
con lúcido; o escritor; o evoluciente; o exemplarista; o intelectual; o reciclante existencial; o in-
versor existencial; o maxidissidente ideológico; o tenepessista; o pesquisador; o voluntário; o to-
cador de obra; o homem de ação.

Femininologia:
a ambientalista; a ecologista; a gestora; a servidora pública; a empresá-
ria; a funcionária; a trabalhadora; a voluntária; a amparadora intrafísica; a atacadista consciencial;
a autodecisora; a intermissivista; a cognopolita; a compassageira evolutiva; a completista; a cons-
ciencióloga; a conscienciômetra; a convivióloga; a proexista; a proexóloga; a reeducadora; a epi-
con lúcida; a escritora; a evoluciente; a exemplarista; a intelectual; a reciclante existencial; a in-
versora existencial; a maxidissidente ideológica; a tenepessista; a pesquisadora; a voluntária;
a tocadora de obra; a mulher de ação.

Hominologia:
o Homo sapiens ecologicus; o Homo sapiens gestor; o Homo sapiens
methodologus;
o Homo sapiens technologus; o Homo sapiens reeducator; o Homo sapiens res-
ponsabilis;
o Homo sapiens autolucidus; o Homo sapiens cosmoethicus; o Homo sapiens grup-
palis;
o Homo sapiens interassistentialis; o Homo sapiens pacificus.

V. Argumentologia

Exemplologia:
agenda ambiental organizacional eletronótica = a tradicional, desenvol-
vida nas organizações da Socin; agenda ambiental organizacional conscienciológica = a multidi-
mensional, desenvolvida nas Instituições Conscienciocêntricas (ICs).

Culturologia:
a qualificação da cultura organizacional a partir da incorporação da agen-
da ambiental; a cultura do capitalismo selvagem; a cultura do desperdício; a cultura da irres-
ponsabilização;
a evolução da cultura local e global com foco na responsabilidade planetária;
a cultura sociológica sadia; a cultura do exercício da cidadania; a cultura da Interassistenciolo-
gia;
a cultura proexológica.

Caracterologia.
Sob a ótica da Intrafisicologia, eis, por exemplo, em ordem funcional,
7 etapas a serem observadas na implantação da agenda ambiental organizacional participativa:
1. Equipe. Formação de grupo de trabalho para coordenar as ações.
2. Diagnóstico. Mapeamento de gastos da instituição; levantamento das ações existen-
tes; pesquisa de opinião dos componentes da organização; identificação dos pontos críticos, im-
pactos e desperdícios.
3. Projeto. Detalhamento ordenado das ações, estruturado em projeto ou plano de ação,
onde conste “qual fazer”, “como”, “quando” e “por quem”.
4. Comunicação. Sensibilização e mobilização de todos os participantes da instituição
quanto à importância do projeto, justificativas, vantagens e objetivos.
5. Integração. Promoção de gestão participativa, envolvendo maior número de pessoas
nas ações.
6. Ações. Consecução das ações planejadas, com foco nos fluxos de entradas e saídas do
sistema organizacional, marcadamente quanto a materiais de expediente, principalmente papel,

copos descartáveis, energia elétrica, água, compras sustentáveis, qualidade de vida, frota automo-
tiva e encaminhamentos para reciclagem.
7. Avaliação. Avaliação e monitoramento contínuos dos resultados e verificação das
oportunidades de melhoria. Implantação do ciclo PDCA.

Tipologia.
Sob a ótica da Experimentologia, eis, em ordem alfabética, 15 exemplos de
ações alternativas conhecidas e passíveis de serem implementadas nas organizações:
01. Brindes: distribuição de brindes educativos, tais como canecas reutilizáveis, blocos
para anotações, sementes para plantio.
02. Campanhas: gincanas de práticas ecológicas de arrecadação de recicláveis ou ele-
trônicos para reaproveitamento de peças; campanhas de estímulo ao exercício da Cosmoética e da
cidadania.
03. Capacitação: palestras; reuniões; treinamentos para os funcionários; “kit ambiental”
para novos contratados.
04. Compras: cuidado em adquirir bens, serviços e materiais ecologicamente corretos.
05. Comunicação: uso do e-mail, intranet, site ou blog para interação; murais coletivos.
06. Construção: atenção a soluções tecnológicas ecológicas nas reformas e construções.
07. Diagnóstico: levantamento de não conformidades a serem solucionadas, tais como
defeitos de hidráulica e desperdícios de energia.
08. Estímulos: concursos de ideias; identificação de talentos internos; espaço para ex-
posições, leitura e relaxamento; feira de trocas.
09. Eventos: evento de lançamento da agenda; café da manhã saudável.
10. Guias: cartilhas; revista; boletins eletrônicos da agenda.
11. Informática: configuração para desligamento automático de microcomputadores;
economias nas impressões em papel; fluxo de documentos e processos através de sistema.
12. Inovações: projetos promotores de soluções criativas para a motivação e o trabalho
de equipe, por exemplo, carona solidária, bicicletário, pequenas hortas em jardins ou vasos.
13. Manutenção: plano de revisão periódica do funcionamento das máquinas e instala-
ções da empresa.
14. Parcerias: acordos com cooperativas de catadores de lixo reciclável, empresas de
reciclagem de óleo usado e de coleta de materiais eletrônicos.
15. Racionalização: uso racional do papel, energia elétrica, água, descartáveis e outros
bens de consumo; separação dos resíduos recicláveis para destinação correta.

Cosmovisiologia.
A prática diária de novos hábitos sadios, a partir do entendimento da
responsabilidade ecológica, contribui para a sustentabilidade do Planeta e para as reciclagens pes-
soais, alinhando-se às vivências da Maxifraternidade, Cosmoética e Universalismo.

VI. Acabativa

Remissiologia.
Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabé-
tica, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas cen-
trais, evidenciando relação estreita com a agenda ambiental organizacional, indicados para a ex-
pansão das abordagens detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens inte-
ressados:
01. Altruísmo: Policarmologia; Homeostático.
02. Autoconstrangimento cosmoético mínimo: Cosmoeticologia; Nosográfico.
03. Desperdício: Ecologia; Nosográfico.
04. Educação ambiental: Reeducaciologia; Neutro.
05. Empreendimento sustentável: Intrafisicologia; Neutro.
06. Gestão participativa: Administraciologia; Neutro.
07. Paraclima organizacional: Pensenologia; Neutro.
08. Predisponência à reciclagem: Recexologia; Homeostático.

09. Princípio da responsabilidade interassistencial: Interassistenciologia; Homeos-
tático.
10. Qualidade de vida ideal: Homeostaticologia; Homeostático.
11. Reeducação recíproca: Conviviologia; Homeostático.
12. Saúde ambiental: Paraecologia; Homeostático.
13. Senso universalista: Cosmoeticologia; Homeostático.
14. Sujismundismo: Parapatologia; Nosográfico.
15. Vida ecológica: Intrafisicologia; Homeostático.

A
AGENDA AMBIENTAL ORGANIZACIONAL FACULTA A TE-
ÁTICA DA
RESPONSABILIDADE PLANETÁRIA, CONTRIBUIN-
DO PARA A
SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA PRIORITÁRIA
À EVOLUÇÃO CONSCIENCIAL EM BASES COSMOÉTICAS.


Questionologia.
Você, leitor ou leitora, já aplica ações prioritárias de responsabilidade
ambiental nos locais onde atua? Entende a relação dessa atitude com a autevolução consciencial?

Filmografia Específica:


1. A Corporação. Título Original: The Corporation. País: Canadá. Data: 2003. Duração: 145 min. Gênero:
Documentário. Idioma: Inglês; & Espanhol. Cor: Colorido. Legendado: Português. Direção: Jennifer Abbott; & Mark
Achbar. Produção: Mark Achbar; & Bart Simpson. Co-produção: Cari Green; Nathan Neumer; & Tom Shandel. Narra-
ção:
Mikela J. Mikael. Roteiro: Joel Bakan; Harold Crooks; & Mark Achbar. Música: Leonard J. Paul. Edição: Jennifer
Abbott. Distribuição: Zeitgeist Films. Outros dados: Adaptado por Joel Bakan de seu livro The Corporation: The Patho-
logical Pursuit of Profit and Power. Sinopse: O documentário traz diversos depoimentos de profissionais de diferentes
áreas, sobre o papel das grandes corporações e reflexos no planeta, desde a Revolução Industrial. Os comentários conver-
gem para a conclusão das nocividades causadas pelas grandes corporações, mas envolvendo todas as pessoas vinculadas,
inclusive os clientes.
2. A História das Coisas. Título Original: The Story of Stuff. País: EUA. Data: 2007. Duração: 21 min. Gê-
nero:
Documentário; & Animação. Idioma: Inglês. Cor: Colorido. Legendado: Inglês. Dublado: Português. Direção:
Louis Fox. Produção: Erica Priggen. Produção Executiva: Christopher Herrera; Free Range Studios; Funders Work-
group for Sustainable Production and Consumption; & Tides Foundation. Narração: Annie Leonard. Roteiro: Louis Fox;
& Annie Leonard. Edição: Braclan Murray. Sinopse: O curta de animação traz fatos e reflexões sobre o ciclo de produção
e consumo excessivo de bens no mundo, por parte da população mundial, em detrimento da pobreza da maioria das pes-
soas e gerando a degradação do planeta. Aborda as injustiças do sistema capitalista, das grandes corporações e da partici-
pação política dos governos.

Bibliografia Específica:


1. Savitz, Andrew; & Weber, Karl; A Empresa Sustentável: O Verdadeiro Sucesso é o Lucro com Respon-
sabilidade Social e Ambiental
(The Triple Bottom Line); trad. Afonso Celso da Cunha Serra; 290 p.; 14 caps.; 1 gráf.; 11
ilus.; 158 refs.; 2 apênds.; alf.; 23 x 16 cm; br.; Elsevier; Rio de Janeiro, RJ; 2007; páginas 13, 28, 39, 41, 42, 65, 66, 80,
83, 84, 105, 138, 180, 187, 236 e 239.
2. Vieira, Waldo; Conscienciograma: Técnica de Avaliação da Consciência Integral; 344 p.; 150 abrevs.;
106 assuntos das folhas de avaliação; 3 E-mails; 11 enus.; 100 folhas de avaliação; 1 foto; 1 microbiografia; 100 qualida-
des da consciência; 2.000 questionamentos; 100 títulos das folhas de avaliação; 1 website; glos. 282 termos; 7 refs.; alf.;
21 x 14 cm; br.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1996; páginas 242 e 243.
3. Idem; Homo sapiens pacificus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 413
caps.; 403 abrevs.; 38 E-mails; 434 enus.; 484 estrangeirismos; 1 foto; 37 ilus.; 168 megapensenes trivocabulares; 1 mi-
crobiografia; 36 tabs.; 15 websites; glos. 241 termos; 25 pinacografias; 103 musicografias; 24 discografias; 20 cenogra-
fias; 240 filmes; 9.625 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21,5 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. Gratuita; Associação Internacional do Centro
de Altos Estudos da Conscienciologia
(CEAEC); & Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2007; páginas
233, 499, 586, 652, 873 e 889.
4. Idem; Homo sapiens reurbanisatus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 479
caps.; 139 abrevs.; 12 E-mails; 597 enus.; 413 estrangeirismos; 1 foto; 40 ilus; 1 microbiografia; 25 tabs.; 4 websites;
glos. 241 termos; 3 infográficos; 102 filmes; 7.663 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21 x 7 cm; enc.; 2ª Ed.; Associação Inter-
nacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia
(CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2003; páginas 107, 166, 247,
827, 830, 833 e 1.037.
5. Idem; 700 Experimentos da Conscienciologia; 1.058 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.;
1 cronologia; 100 datas; 1 E-mail; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 2 tabs.; 300 testes; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.;

geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; Instituto Internacional de Projeciologia; Rio de Janeiro, RJ; 1994; páginas 89, 519
e 680.

Webgrafia Específica:


1. Ministério do Meio Ambiente; Agenda Ambiental na Administração Pública; Brasília, 2013; disponível
em: <http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/a3p>; acesso em: 26.08.13.

C. E. V.