Enciclopédia da Conscienciologia

Texto do Verbete :


ACUPONTO

(ENERGOSSOMATOLOGIA)


I. Conformática

Definologia.
O acuponto é o ponto de acupuntura localizado nos canais de energias
denominados nadis ou meridianos, caracterizado por ter maior sensibilidade espontânea e maior
condutibilidade elétrica aos estímulos, traçado originariamente pela Medicina Tradicional Chine-
sa (MTC), presente na superfície corporal humana, animal e no sistema vegetal, podendo ser utili-
zado no diagnóstico e tratamento de doenças, objetivando a homeostasia.
Tematologia.
Tema central homeostático.
Etimologia.
O elemento de composição acu deriva do idioma Latim, acus, “agulha; alfi-
nete”. O termo ponto provém do mesmo idioma Latim, punctum, “picada; pequeno buraco feito
por picada; ponto (sinal de pontuação); parte do todo; pequena parcela; pequeno espaço de tempo;
instante; ponto (geométrico); ponto (no jogo de dados)”; conexo com punctus, derivado do verbo
pungere,
“picar; furar; entrar; atormentar; afligir”. Surgiu no Século XIII.
Sinonimologia:
1. Ponto de acupuntura. 2. Ponto do meridiano. 3. Ponto do canal de
energia. 4. Ponto dos nadis. 5. Ponto sistêmico de acupuntura.
Neologia.
As 3 expressões compostas acuponto distante, acuponto regional e acuponto
local
são neologismos técnicos da Energossomatologia.
Antonimologia:
1. Ponto auricular. 2. Ponto gatilho ou trigger point. 3. Ponto da fi-
bromialgia. 4. Energy lock point. 5. Ponto sham.
Estrangeirismologia:
a sensação do deqi provocada pelo agulhamento no acuponto;
a percepção do qi pessoal através do agulhamento no acuponto; o ponto ashi como indicativo de
dor; o feedback do paciente e do terapeuta através do uso dos acupontos; o upgrade consciencial
e parapsíquico fornecido pelos acupontos.
Atributologia:
predomínio dos sentidos somáticos, notadamente do autodiscernimento
quanto às manifestações energéticas localizadas em pontos específicos da Fisiologia Humana,
Animal e Vegetal.

II. Fatuística

Pensenologia:
o holopensene pessoal da Energossomatologia; o holopensene da somati-
cidade; o holopensene da interassistencialidade; o holopensene da empatia; a autopensenidade
terapêutica; os ortopensenes; a ortopensenidade; os parapensenes; a parapensenidade; os patopen-
senes; a patopensenidade; os tenepessopensenes; a tenepessopensenidade; o holopensene do equi-
líbrio fisiológico; os genopensenes; a genopensenidade; os reciclopensenes; a reciclopensenidade;
o holopensene do equilíbrio energético.

Fatologia:
o acuponto; a diminuição da resistência somática e elétrica nos locais dos
acupontos; as diversas denominações dos acupontos e correspondências com a natureza, objetos
e medicina; os acupontos em animais e em vegetais; os tipos de acupontos; as classificações;
a aplicação das agulhas; a estratégia de seleção e combinação; o uso das diversas técnicas nos
acupontos; a Kirliangrafia e a visualização dos acupontos e meridianos; o número de acupontos
no ser humano; a China enquanto país de origem do estudo desde 4000 a.e.c.; o número de acu-
pontos no ser humano; os pontos de desequilíbrio somático e energossomático facilitando o diag-
nóstico segundo a MTC; a auto e heteropercepção dos acupontos; as intoxicações por medica-
mentos e metais pesados causando os bloqueios energéticos; o picador; o ceticismo; o radicalismo
oriental nos acupontos; as sensações causadas pelo agulhamento; os acupontos de reanimação; os
acupontos de primeiros socorros; o gesto natural desbloqueando o acuponto; o parapsiquismo,
a dragona, e o ponto IG14; os pontos do triângulo da longevidade VC8 e E36 utilizados com
a moxabustão; a agudização da patologia provocada pelo acuponto; a cronicidade da patologia

e o acuponto; as sensações de alívio, dolorosas e energéticas geradas pelos acupontos; a curiosi-
dade gerada pelos acupontos; o paciente ativo, consciente e colaborador do terapeuta nas etapas
de intervenção; a aplicação dos acupontos em animais evitando a eutanásia; os experimentos em
vegetais através dos acupontos; o autodidatismo dos estudos dos acupontos através do Do in (di-
gitopressura); a Consciencioterapia sendo elo entre consciencioterapeuta e evoluciente para futu-
ros experimentos na área de acupuntura.

Parafatologia:
a autovivência do estado vibracional (EV) profilático, antes, durante
e após o manejo dos acupontos; a assim e a desassim prioritárias; a percepção energética dos acu-
pontos e dos canais de energia ou meridianos pelo assistido e assistente; os chacras bloqueados
e a associação com os acupontos; os bloqueios energéticos associados aos padrões patológicos do
assistido; a equipe extrafísica especializada no auxílio da definição dos acupontos na prevenção
e tratamento das doenças; os acupontos e a promoção da soltura holochacral favorecendo as para-
percepções parapsíquicas; a influência dos acupontos na ectoplasmia; a percepção de pontos de
luz nos acupontos; as sinaléticas energéticas nos acupontos e canais de energia; a parapercepção
da deformidade na região do acuponto vivenciada na Dinâmica Interassistencial da Paracirurgia
(DIP) enquanto sinal retrocognitivo e retrossenha; a instalação de campo bioenergético favorecen-
do o trabalho com os acupontos; o autassédio acentuando os bloqueios energéticos nos acupontos
e provocando intoxicações pensênicas; a presença de heterassédio amplificando os sintomas;
a conexão energética do assistido com o assistente antevendo a necessidade do tratamento; a para-
namnese; o paradiagnóstico; a facilidade na compreensão dos estudos da MTC demonstrando link
retrocognitivo; a paracaptação ideativa no laboratório de sinalética energética do Centro de Altos
Estudos da Conscienciologia
(CEAEC) sendo indicador para o aprofundamento nos estudos de
acupuntura; a Central Extrafísica de Energia (CEE) no amparo de tratamentos mais complexos.

III. Detalhismo

Sinergismologia:
o sinergismo acupontos-diagnóstico pela MTC; o sinergismo acupon-
tos-tratamento de saúde;
o sinergismo acupontos-pontos de alarme; o sinergismo acupontos-
-inervação;
o sinergismo acupontos-pontos ashi; o sinergismo acupontos-Medicina Vibracional;
o sinergismo acupontos-quiropraxia.
Principiologia:
a priorização do princípio da interassistencialidade com o uso dos acu-
pontos; o princípio cosmoético de exteriorizar as melhores energias no trabalho assistencial;
o princípio de o assistente não medir esforços para a assistência; o princípio da autocura e o uso
do Do in;
o princípio básico de sempre se punturar os pontos de dor; os acupontos e o princípio
do Yin e do Yang;
o princípio do autodiagnóstico, heterodiagnóstico e tratamento por meio dos
acupontos
.
Codigologia:
o código pessoal da Cosmoética (CPC) aplicado pelo profissional de acu-
puntura; o código grupal de Cosmoética (CGC) qualificando o trabalho dos profissionais em acu-
puntura; o código de ética profissional do acupunturista.
Teoriologia:
a teoria do surgimento dos acupontos; a teoria do funcionamento dos acu-
pontos;
a teoria do equilíbrio holossomático promovido pelo tratamento com os acupontos; a teo-
ria dos pensenes
(pensamento, sentimento e energia) influindo no equilíbrio energético; a teoria
da amparabilidade interassistencial;
a teoria dos 5 elementos da Natureza; a teoria dos biofo-
tons;
a teoria do fluxo energético vegetal.
Tecnologia:
a técnica da localização dos acupontos pelo aparelho localizador; a técnica
da localização pela palpação, sensibilidade tátil e dolorosa;
a técnica da localização pelas medi-
das em tsun ou cun;
a técnica da localização dos acupontos em animais; a técnica da localização
dos acupontos em vegetais;
a técnica do agulhamento seco; as técnicas profiláticas para a manu-
tenção da homeostase holossomática;
a técnica do uso da Escala Visual Analógica (EVA) na
avaliação e no resultado do tratamento
.
Voluntariologia:
o voluntariado atuante no Laboratório de Bioenergologia da Associa-
ção Internacional de Pesquisa Laboratorial em Ectoplasmia e Paracirurgia
(ECTOLAB); o vo-

luntariado dos profissionais da saúde atuantes no Programa de Estimulação Parapsíquica

(PROEP); o voluntariado do Programa de Estimulação Parapsíquica pela Auriculoterapia do
curso Imersão em Ectoplasmia
da ECTOLAB; o voluntariado cobaia nas pesquisas do labora-
tório conscienciológico de ectoplasmia com
o uso do Vega Test; os voluntários nos Estágios de
Especialização em Acupuntura
.
Laboratoriologia:
o laboratório conscienciológico de ectoplasmia; o laboratório cons-
cienciológico da Autopensenologia;
o laboratório conscienciológico do estado vibracional;
o laboratório conscienciológico da Autorretrocogniciologia; o laboratório conscienciológico da
Autoproexologia;
o laboratório conscienciológico da Autocosmoeticologia; o laboratório consci-
enciológico da Autossinaleticologia
.
Colegiologia:
o Colégio Invisível da Saúde Holossomática; o Colégio Invisível da Ener-
gossomatologia;
o Colégio Invisível da Paragenética; o Colégio Invisível dos Paraterapeutas;
o Colégio Invisível da Consciencioterapia.
Efeitologia:
o efeito da estimulação parapsíquica pelos acupontos; o efeito da reanima-
ção pelos acupontos;
o efeito anestésico; o efeito iatrogênico pelo mau uso dos acupontos; o efei-
to abortivo induzido pelos acupontos;
o efeito placebo pelo uso dos pontos sham de acupuntura;
os efeitos das cirurgias e das cicatrizes nos acupontos.
Neossinapsologia:
as neossinapses decorrentes do desbloqueio chacral pelos acupon-
tos;
os acupontos facilitando a melhoria da memória e concentração pela ativação das neossinap-
ses;
as intoxicações orgânicas dificultando as neossinapses; a evitação do uso de medicamentos
bloqueadores de neossinapses;
a criação de neossinapses parapsíquicas a partir do tratamento
com os acupontos.
Ciclologia:
o ciclo patológico dor-contratura muscular-bloqueio energético no acupon-
to;
o ciclo desequilíbrio energético-bloqueio energético-estagnação de qi e xue-alteração na
função-formação de massa-alteração da estrutura-cisto ou tumor;
o ciclo dor localizada-posi-
ção antálgica-deformidade;
a remissão do ciclo da patologia; os 5 elementos sendo estágios de
ciclo sazonal
.
Enumerologia:
o ato de avaliar; o ato de selecionar; o ato de palpar; o ato de punturar;
o ato de manipular; o ato de retirar; o ato de pressionar. A aplicação da digitopressura; a aplica-
ção do
agulhamento; a aplicação da eletroacupuntura; a aplicação da ventosa; a aplicação da
moxa; a aplicação da sangria; a aplicação do guachá. A prática da inserção; a prática da toni-
ficação; a prática da sedação; a prática da dispersão; a prática da harmonização; a prática do
desbloqueio; a prática da energização.
Binomiologia:
o binômio acuponto-trajeto energético do meridiano; o binômio acu-
ponto-desbloqueio chacral;
o binômio acuponto-digitopressura; o binômio acuponto-resposta
fisiológica;
o binômio acuponto-estimulação parapsíquica; o binômio acuponto-interstício celu-
lar;
o binômio acuponto-profilaxia.
Interaciologia:
a interação sintoma-diagnóstico-canal de energia-acuponto-trata-
mento;
a interação acuponto-fisiologia dos zang fu-tratamento; a interação escolha dos acupon-
tos-resultado do tratamento;
a interação acupontos-medicamentos; a interação acupuntura-de-
sintoxicação somática;
a interação acupontos-fibras nervosas periféricas.
Crescendologia:
o crescendo doença-saúde; o crescendo temperamento assistencial-
-teática assistencial;
o crescendo retropensenes-neopensenes; o crescendo desbloqueio chacral-
-ativação parapsíquica;
o crescendo cascagrossismo-parapsiquismo; o crescendo fechadismo
consciencial-abertismo consciencial
.
Trinomiologia:
o trinômio acuponto-canal de energia-desbloqueio energético; o trinô-
mio zang fu-canais de energia-acupontos;
o trinômio acupontos-meridianos-espaço intersticial;
o trinômio agulhamento-sensação do deqi-tratamento; o trinômio seleção de pontos-trata-
mento-homeostasia;
o trinômio soma-energossoma-acupontos; o trinômio biotipo-seleção de
pontos-tratamento
.
Polinomiologia:
o polinômio holossomático soma-energossoma-psicossoma-mental-
soma;
o polinômio anamnese-seleção dos acupontos-tratamento-equilíbrio holossomático-auto-
lucidez consciencial;
o polinômio patologia-uso dos acupontos-pararreparação energética-

-desbloqueio energético-restauração da saúde;
o polinômio consciencioterapêutico autoinves-
tigação-autodiagnóstico-autenfrentamento-autossuperação
.
Antagonismologia:
o antagonismo equilíbrio energético / desequilíbrio energético;
o antagonismo acupontos / pontos sham; o antagonismo percepções parapsíquicas / bloqueio
chacral;
o antagonismo filosofia chinesa / cientificismo; o antagonismo percepção energética
/ intoxicação somática;
o antagonismo acupontos / medicamentos.
Paradoxologia:
o paradoxo de a pressão dolorosa da digitopressura no acuponto ali-
viar ou sedar a dor;
o paradoxo da existência física dos acupontos e canais de energia; o para-
doxo de os acupontos tratarem e também poderem provocar iatrogenias;
o paradoxo de os acu-
pontos provocarem reanimação ou dessoma;
o paradoxo de os acupontos atuarem tanto para
a fertilidade quanto no abortamento;
o paradoxo de o acuponto provocar sedação ou tonifi-
cação;
o paradoxo de a agudização dos sintomas provocados pelos acupontos melhorar e curar
a doença
.
Politicologia:
a assistenciocracia; a democracia; a Política Nacional das Práticas Inte-
grativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS); as políticas de reco-
mendações da acupuntura realizadas pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS); a política da inte-
gração multiprofissional da acupuntura; a regulamentação do profissional acupunturista na Classi-
ficação Brasileira de Ocupações (CBO).
Legislogia:
a lei cosmoética dos limites assistenciais; a lei da ação e reação; as leis uni-
versais;
a lei do Cosmos; a legislação dos Conselhos Federais de Classe regulamentando a acu-
puntura enquanto especialidade profissional; a lei da sincronicidade; as leis da Fisiologia Huma-
na, Animal e Vegetal
.
Filiologia:
a terapeuticofilia; a neofilia; a energossomatofilia; a assistenciofilia; a evo-
luciofilia; a pesquisiofilia; a pensenofilia.
Fobiologia:
a acmofobia; a terapeuticofobia; a gnoseofobia; a iatrofobia; a algofobia;
a autopesquisofobia; a hemofobia; os acupontos específicos para tratar as fobias.
Sindromologia:
as síndromes patológicas agudas ou crônicas; a síndrome da autoviti-
mização
minimizando os resultados terapêuticos; a síndrome da patopensenidade; a síndrome da
carência do paciente
prorrogando o tratamento terapêutico; a evitação da síndrome de burnout;
a síndrome do cascagrossismo dificultando as parapercepções do assistente e do assistido; a sín-
drome da apriorismose
em relação ao paciente.
Maniologia:
a mania de o profissional acupunturista viciar nos mesmos acupontos;
a mania do cuidador de animais e de plantas só lembrar dos tratamentos convencionais.
Mitologia:
o mito de a acupuntura não fazer mal; o mito de as agulhas de acupuntura
conterem remédio no interior delas;
o mito de a acupuntura só funcionar se a pessoa acreditar;
o mito da cura milagrosa; o mito da autoperfeição exigida ao terapeuta; o mito de o acupunturis-
ta saber todos os acupontos;
o mito de quanto mais acupontos utilizados melhor.
Holotecologia:
a energoteca; a holossomatoteca; a assistencioteca; a terapeuticoteca;
a nosoteca; a experimentoteca; a sinoteca.
Interdisciplinologia:
a Energossomatologia; a Holossomatologia; a Paraterapeuticolo-
gia; a Paranatomia; a Parafisiologia; a Parassemiologia; a Parapercepciologia; a Paracirurgia;
a Acupuntura; a Neurociência; a Consciencioterapeuticologia; a Medicina Vibracional.

IV. Perfilologia

Elencologia:
a conscin lúcida; a conscin terapeuta; a isca humana lúcida; o ser desperto;
a conscin enciclopedista; a consciex amparadora de função; a consciex amparadora do assistido;
o ser interassistencial; a consciência assistida.

Masculinologia:
o acupunturista; o acoplamentista; o assistido ativo; o assistido passivo;
o propositor de verpons; o agente da tares; o agente retrocognitor; o amparador intrafísico; o ata-
cadista consciencial; o autodecisor; o intermissivista; o cognopolita; o compassageiro evolutivo;
o completista; o comunicólogo; o conscienciólogo; o conscienciômetra; o consciencioterapeuta;

o macrossômata; o conviviólogo; o duplista; o duplólogo; o proexista; o proexólogo; o reeduca-
dor; o epicon lúcido; o escritor; o evoluciente; o exemplarista; o intelectual; o reciclante existen-
cial; o inversor existencial; o maxidissidente ideológico; o tenepessista; o ofiexista; o parapercep-
ciologista; o parapsíquico ectoplasta; o doador de energia; o energizador; o pesquisador; o proje-
tor consciente; o parafisiologista; o sistemata; o tertuliano; o verbetólogo; o voluntário; o tocador
de obra; o homem de ação; o filósofo Confúcio (551-479 a.e.c.); o imperador amarelo Huang Di
(259-221 a.e.c.), em cujo reinado surgiu o Clássico livro Nei Jing.

Femininologia:
a acupunturista; a acoplamentista; a assistida ativa; a assistida passiva;
a propositora de verpons; a agente da tares; a agente retrocognitora; a amparadora intrafísica;
a atacadista consciencial; a autodecisora; a intermissivista; a cognopolita; a compassageira evolu-
tiva; a completista; a comunicóloga; a consciencióloga; a conscienciômetra; a conscienciotera-
peuta; a macrossômata; a convivióloga; a duplista; a duplóloga; a proexista; a proexóloga; a ree-
ducadora; a epicon lúcida; a escritora; a evoluciente; a exemplarista; a intelectual; a reciclante
existencial; a inversora existencial; a maxidissidente ideológica; a tenepessista; a ofiexista; a pa-
rapercepciologista; a parapsíquica ectoplasta; a doadora de energia; a energizadora; a pesquisa-
dora; a projetora consciente; a parafisiologista; a sistemata; a tertuliana; a verbetóloga; a voluntá-
ria; a tocadora de obra; a mulher de ação.

Hominologia:
o Homo sapiens energisator; o Homo sapiens interassistentialis; o Homo
sapiens energossomaticus;
o Homo sapiens parapsychicus; o Homo sapiens tenepessista; o Ho-
mo sapiens cosmoethicus;
o Homo sapiens neophilicus; o Homo sapiens recyclans.

V. Argumentologia

Exemplologia:
acuponto distante = o utilizado para a prevenção ou tratamento longe do
local da dor ou doença; acuponto regional = o utilizado para a prevenção ou tratamento nas
proximidades da dor ou doença; acuponto local = o utilizado para a prevenção ou tratamento
diretamente no foco da dor ou doença.

Culturologia:
a cultura da iscagem lúcida interassistencial; a cultura da Interassisten-
ciologia;
a cultura do autodiscernimento; a cultura do Do in enquanto autotécnica prática e pre-
ventiva; a cultura auto e heteropesquisística científica; a cultura da autodesassim; a cultura do
acompanhamento interassistencial
.

Alterações.
Segundo a Holossomatologia, eis, por exemplo, em ordem lógica, os veícu-
los holossomáticos, respectivos bloqueios energéticos nos acupontos e a origem das doenças in-
ternas segundo a MTC:
1. Mentalsoma: as alterações negativas do pen e do sen; as mimeses e o monoideísmo.
2. Psicossoma: as emoções exageradas e tóxicas; o stress e preocupações frequentes.
3. Energossoma: os canais de energia estagnados; a estagnação do qi e do xue; os cha-
cras bloqueados; a diminuição da imunidade.
4. Soma: a alteração na função; a alteração na estrutura orgânica ou visceral; a forma-
ção de cisto ou tumor em determinado local.

Taxologia.
Com relação à Holochacrologia, pode-se classificar os acupontos locais e re-
gionais a eles associados, em 10 tipos, listados a seguir em ordem anatômica decrescente, do cha-
cra superior ao inferior:
01. Coronochacra: facilitador das parapercepções; relação com o ponto VG20.
02. Frontochacra: facilitador da clarividência; relação com o ponto Yintang.
03. Nucalchacra: facilitador de acoplamentos; relação com o ponto VG16.
04. Laringochacra: favorecimento da fala e capacidade de expressão; relação com
o ponto VC22.

05. Cardiochacra: liberação da opressão e angústia; relação com o ponto VC17.
06. Esplenicochacra: seleção e distribuição das energias vitalizadoras; relação com
o ponto VC12.
07. Umbilicochacra: doação de energias; relação com o ponto VC9.
08. Sexochacra: favorecimento da libido, potência sexual, fertilidade, manutenção da
vitalidade e saúde do holochacra; relação com o ponto VC1.
09. Palmochacras: facilitam a exteriorização das energias conscienciais; relação com
o ponto PC8.
10. Plantochacras: facilitam a absorção das geoenergias; relação com o ponto R1.

Terapêutica.
A tomada de consciência da doença, a aspiração pela saúde e a procura de
tratamento adequado somado ao investimento nas autopesquisas e reciclagens intraconscienciais
(recins) podem favorecer na reversão do quadro patológico instalado.

Técnicas.
Sob a ótica da Terapeuticologia, eis, por exemplo, em ordem alfabética, 21 ti-
pos de técnicas integrativas utilizadas nos acupontos:
01. Acupuntura.
02. Auriculopuntura.
03. Auriculoterapia.
04. Craniopuntura.
05. Cromoterapia.
06. Cronoterapia.
07. Do in ou digitopressura.
08. Eletroacupuntura.
09. Eletroestimulação transcutânea (TNES).
10. Laserterapia.
11. Magnetoterapia.
12. Massoterapia.
13. Microvenipunção com martelo de sete pontas.
14. Moxabustão.
15. Raspagem com Gua sha.
16. Sangria.
17. Sei tai.
18. Shiatsu.
19. Stiper ®.
20. Tui na.
21. Ventosaterapia.

VI. Acabativa

Remissiologia.
Pelos critérios da Mentalsomatologia, eis, por exemplo, na ordem alfabé-
tica, 15 verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia, e respectivas especialidades e temas cen-
trais, evidenciando relação estreita com o acuponto, indicados para a expansão das abordagens
detalhistas, mais exaustivas, dos pesquisadores, mulheres e homens interessados:
01. Abordagem bioenergética: Energossomatologia; Neutro.
02. Acupuntura: Holossomatologia; Neutro.
03. Assistência do assistido: Interassistenciologia; Homeostático.
04. Autocura: Consciencioterapia; Homeostático.
05. Banho energético: Energossomatologia; Homeostático.
06. Checkup holossomático: Paraprofilaxiologia; Homeostático.
07. Ectoplasma: Energossomatologia; Neutro.
08. Energosfera pessoal: Energossomatologia; Neutro.
09. Estado vibracional: Energossomatologia; Homeostático.

10. Homeostase geral: Homeostaticologia; Homeostático.
11. Interação cuidador-paciente: Interassistenciologia; Neutro.
12. Orelha: Somatologia; Neutro.
13. Paracirurgia: Consciencioterapia; Neutro.
14. Qualificação das energias conscienciais: Energossomatologia; Homeostático.
15. Toque paraterapêutico: Paraterapeuticologia; Homeostático.

O
ACUPONTO POSSIBILITA O DIAGNÓSTICO, O TRATA-
MENTO, A REMISSÃO E A CURA DE DOENÇAS, CONTRI-
BUINDO, ASSIM, NO
REEQUILÍBRIO ENERGOSSOMÁTICO
E QUALIFICANDO AS
PARAPERCEPÇÕES ENERGÉTICAS
.

Questionologia.
Você, leitor ou leitora, admite o emprego do acuponto para estimular
desbloqueios energéticos e favorecer o parapsiquismo? Consegue perceber os acupontos e os
fluxos energéticos percorrendo trajetos do energossoma?

Bibliografia Específica:


1. Focks, Claudia; & März, Ulrich; Guia Prático de Acupuntura: Localização de Pontos e Técnicas de Pun-
ção
(Leifaden Akupunktur);
trad. Reinaldo Guarany; VI + 698 p.; 7 caps.; 1 E-mail; 558 enus.; 550 fotos; 3.798 ilus.;
2 websites; 70 refs.; alf.; 21,5 x 15,5 cm; enc.; Manole; São Paulo, SP; 2008; páginas 1 a 10, 57 a 78 e 610 a 683.
2. Maciocia, Giovanni; Os Fundamentos da Medicina Chinesa: Um Texto Abrangente para Acupunturistas
e Fitoterapeutas
(The Foundations of Chinese Medicine: A Comprehensive Text for Acupuncturists and Herbalists); pref.
Su Xin Ming; trad. Luciane M. D. Farber; XXX+ 658 p.; 48 caps.; 79 enus.; 132 ilus., 25 tabs.; 31 refs.; 3 apênds.; 27 x 19
x 4 cm; enc.; Roca; São Paulo, SP; 1996; páginas 429 a 496.
3. Sussmann, J. David; Que é a Acupuntura? (Que és la Acupuntura?); pref. Florencio Escardó; trad. Miecio
Araujo J. Honkins; 272 p.; 15 caps.; 5 tabs; 1 apênd; alf.; 19 x 13 cm; enc.; Círculo do Livro; São Paulo, SP; 1975; pági-
nas 77 a 86, 171 a 180, 191 a 195, 201, 235 a 254 e 257 a 259.
4. Vieira, Waldo; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano;
revisores Alexander Steiner, et al.; 1254 pág.; 18 seções; 525 caps.; 150 abrevs.; 17 E-mails; 1.156 enus; 1 escala, 1 foto;
3 gráfs.; 42 ilus.; 1 microbiografia; 1 sinopse; 2 tabs.; 15 websites; glos. 300 termos; 2041 refs.; alf.; geo.; ono.; 28 x 21
x 7 cm.; enc.; 10ª Ed.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2009; páginas 257 a 259, 299 a 307, 487,
488, 580 a 587, 797 e 798.
5. Wang, Lui Gong; & Pai, Hong Jin; Tratado Contemporâneo de Acupuntura e Moxibustão (A Complement
Work of Present Acupuncture & Moxibustion);
pref. Akira Hyodo; trad. Hong Jin Pai; 672 p.; 21 seções; 12 caps.; 710
enus.; 63 esquemas; 79 ilus.; 124 tabs.; 5 apênds.; alf.; 24 x 17 cm; enc.; CEIMEC; São Paulo, SP; 2005; páginas 51, 52
e 353 a 374.

S. K. F.